As casas noturnas atraem os mais jovens
O que fazem e onde costumam ir?
Gostam de sair para dançar e ouvir boa música. Curitiba tem alternativas para quase todos os estilos. Quem gosta de música eletrônica, country e pagode parece estar satisfeito com a cena local, mas os fãs de rock alternativo e black music reclamam da falta de opção.
Alguns programas – como o cinema – são evitados no sábado por causa do grande movimento e das filas
Pior programa
Ficar em casa assistindo televisão – em especial os programas humorísticos da tevê aberta.
A falta de dinheiro é umas das maiores reclamações. “Não saio mais do que duas vezes por semana para não comprometer o meu orçamento”, conta o publicitário Bruno Barros, de 22 anos.
De R$ 20 a R$ 30. A maioria dos jovens entrevistados trabalha há pouco tempo ou ainda está estudando.
A maioria se recusa a freqüentar locais que não combinam com o seu estilo. A publicitária Mariana Gevaerd, 21 anos, adora MPB e por isso não gosta de freqüentar casas noturnas que só tocam música eletrônica. Já os estudantes Ana Carolina e Fábio fogem de pagode e Bruno evita lotação.
Espaços mais democráticos e que toquem outros gêneros musicais. O publicitário Bruno Barros, por exemplo, gostaria de encontrar mais bares dispostos a apresentar as bandas locais. Já Fábio Pupo acredita que faltam lugares que fiquem abertos a noite inteira.


