O empresário Claiton Machado, 40 anos, costuma fazer happy hour três ou quatro vezes por semana, Mas beber cerveja para ele é mais do que um gesto automático. Desde que o cunhado e amigo Murilo Franco voltou de uma temporada na Alemanha, há oito anos, eles começaram a fazer ciclos de degustação e conheceram vários tipos e origens de cerveja. Claiton, inclusive, coleciona latinhas de todo o mundo. “Umas agradam mais do que outras”, diz o empresário que elege a irlandesa Guinness – cerveja escura do tipo stout – como a sua predileta. “É uma cerveja de boa digestão e que não te deixa mal no dia seguinte. Como é feita com cevada torrada, não há uma segunda fermentação no abdome”, explica Claiton com a experiência de degustador. No pub irlandês Sláinte ele é conhecido como o cliente que mais bebeu Guinness até agora. Além disso, o empresário defende a harmonia que se estabelece na mesa do bar em torno de algumas garrafas de cerveja. “Assim como o vinho, a cerveja não é uma bebida para se tomar sozinho. É uma bebida social, festiva, que apara as arestas da personalidade das pessoas que estão naquele grupo.”
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