Jovens com problemas graves de
conduta apresentam
diferenças marcantes na estrutura de seus
cérebros (a espessura do córtex, a parte mais exterior dos órgãos e responsável por suas funções mais sofisticadas) quando comparada aos bem comportados. A conclusão é do
estudo feito por
pesquisadores das universidades de Cambridge e Southampton, em colaboração com
cientistas da Universidade Tor Vergata de Roma, na Itália e publicado na última edição do periódico científico “Journal of Child Psychology and Psychiatry”.