Linda, sexy e capaz de fazer a casa tremer com suas estripulias entre quatro paredes. A Laís de Caras & Bocas (novela das 19 horas da Globo) é o sonho de qualquer marmanjo que se preze. Assim como sua intérprete, a maringaense Fernanda Machado. O pior é que ela não é para o seu bico nem na ficção – Laís é caidinha por Caco, personagem de Rafael Zulu –, nem na vida real – Fernanda namora há dois anos o fotógrafo Marcelo Faustini.
Mesmo assim, ela teve um gesto de grandeza e contou para o Viver Bem o que mais gosta – e o que não suporta – em um homem. Se você faz o gênero “pitboy”, adora ficar se admirando no espelho e sua maior preocupação na vida é o seu porcentual de gordura, pode tirar o cavalinho da chuva: “Não gosto daquela coisa brutamontes. Prefiro os intelectuais”, avisa a morena.
Não por acaso, a inteligência é a primeira característica que chama a atenção dela em um homem. “Em segundo lugar é o bom humor, e em terceiro eu reparo na educação, na gentileza dele”, enumera. E o que a faz sair correndo? “Grosseria! Não suporto homem mal-educado”, dispara.
A atriz também diz não gostar de cantada, de nenhum tipo. “Não funciona muito comigo, acho todas ruins. Aquelas frases de efeito então são péssimas”, afirma. “Gosto mais de ser surpreendida, de gestos inesperados.”
Ela deu algumas pistas para os homens que estão meio perdidos com o seu novo papel na sociedade, ou que ainda não descobriram como lidar e/ou conviver com a mulher moderna, independente e emancipada. “A relação tem que ser de igual para igual sempre: o homem tem que ajudar em casa e a mulher tem que ajudar a pagar as contas”, resume. “Ele também tem o direito de ser tão sensível quanto a mulher, e de ter vaidade até um certo limite, do mesmo jeito que a vaidade na mulher também não deve exceder um limite.”
Aquele tipo de homem “bebezão”, que procura uma mulher para cuidar dele no lugar da mãe, ou os problemáticos, que desejam uma “psicóloga” com quem possam dividir a cama, também estão por fora, na opinião dela. “Continuo dizendo que a igualdade é a melhor coisa. Tenho um namorado que ‘supercuida’ de mim, mas também adoro cuidar dele. O que não gosto são aqueles casais em que um faz tudo pelo outro, e o outro não faz nada em troca.”
Fernanda afirma ainda que o homem deve saber “se virar”. E usa a própria experiência como exemplo: “Meu namorado cozinha, administra as contas e cuida das coisas dele, da mesma forma que eu faço na minha casa. Se a gente for casar e morar junto, vamos dividir funções, tipo eu cuido do mercado, ele cuida da louça… Não tem mais essa de homem não poder lavar louça, acho errado ensinar esse tipo de coisa para os meninos. Até porque as meninas vão crescer e trabalhar fora, igualzinho a eles…”. Copiou?
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