Os temakis também são práticos: podem ser degustados com as mãos e ficam prontos em poucos minutos. Aliás, a preparação rápida é fundamental para manter a qualidade do produto. “Depois de pronto, deve ser servido em até 30 segundos, antes que a textura da alga se modifique”, explica a chef Daniela Benghi, dona da Koni Store.
Para a empresária, o temaki faz sucesso não só porque é rápido e saudável, mas também porque é acessível. “Mais baratos que os tradicionais combinados de sushi e sashimi, mas tão bons quanto. Podem ser comidos em qualquer lugar e, mesmo aqueles que não gostam de peixe cru, podem comer as versões com shitake e vegetais”, conta.
Também existem as versões doces. No caso, a alga é substituída pela casquinha de sorvete ou pela massa de harumaki (rolinho primavera), e os temakis são recheados com frutas, chocolate e até creme nutella.
O empresário Max Schrappe, 33 anos, é frequentador assíduo da Koni. Vai de duas a três vezes por semana. “O curioso é que eu não gostava de temaki no início, mas o daqui é diferente. Hoje não fico sem comer”, conta o cliente, que tem entre os seus preferidos os cones de salmão defumado e o de salmão simples com alho poró.
Dieta oriental
Embora a comida japonesa seja reconhecidamente saudável, é bom tomar alguns cuidados, principalmente quando se fala em quantidade e condimentos. Estes podem ser os principais vilões da culinária oriental, de acordo com a nutricionista Camila Salomon. “Como qualquer outra comida, se for ingerida em excesso, engorda. Apesar de ser uma alimentação rica em ingredientes naturais e vegetais, os pratos fritos e empanados, como o tempurá e o hot filadélfia, devem ser evitados por quem deseja perder alguns quilinhos”, explica.
Os condimentos devem ser usados com moderação. O molho shoyu, um dos mais usados no consumo de peixes crus, tem um índice muito alto de sódio, o que contribui para o aumento de peso e a retenção de líquidos. Quem sofre de hipertensão também precisa controlar o consumo e dar preferência ao molho light. “Ou então diluir o shoyu tradicional em um pouco de água”, recomenda a nutricionista.
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Serviço:
Camila Salomon (nutricionista), fone (41) 8852-4369.
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