O quartzo é o novo chique e os rutilados permanecem em alta.
Anel de Fause Haten para Guilherme Duque traz o azul e vermelho envoltos no dourado.
Olha ele aí de novo: o rubi, dessa vez em delicados corações para as mais românticas. Da Brüner.
O open space é outro hit. Espaços abertos deixam as peças mais leves – melhor para usar e uma alternativa para o alto preço do ouro. Da Arrigoni.
O trabalho do designer de lapidação Márcio Nonato, da Naturale Stein, é criar formatos diferentes para as gemas. Essa tem os lados irregulares, no anel de Paula Schnapp.
Outra tendência é inventar novos jeitos de usar as pedras. A Vianna faz isso no anel com pedras coloridas penduradas.
O rubi foi a pedra onipresente nas vitrines da Feninjer, e aparece poderoso no anel da Vianna.
A África está na moda, como se viu na última São Paulo Fashion Week. E a Meirelles investiu no continente, resultando em peças como o anel de fivela com estampa de oncinha.
Em busca de novas alternativas, a indústria joalheira aposta na turina, semente amazônica que tem a mesma dureza do marfim. Da Denoir.
Outro exemplo de uso inovador das pedras. Elas viram elos na pulseira de Manoel Bernardes.
Duas tendências da joalheria: ouro rosa e peças com inscrições. As minialianças são da Gênesis.
Serviço: Arrigoni, fone (21) 3852-1700 / Brüner, SAC sac@bruner.com.br / Denoir, (11) 3231-4455 / Gênesis, (17) 4009-6556 / Guilherme Duque, (11) 3068-8008 / Manoel Bernardes, (31) 4501-3604 / Meirelles, (41) 3340-9500 / Naturale Stein, (33) 3521-0404 / Paula Schnapp, (11) 8259-2031 / Vianna, (31) 3434-90000.
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