Antes da Bazaar, as irmãs Andréa e Márcia eram donas da loja Hyten, enquanto Solange tinha uma franquia da Maria Bonita. “Éramos apenas conhecidas e concorrentes. Até que fiz a proposta de somarmos clientes e dividirmos as despesas”, recorda Solange.
Fugir do ambiente impessoal dos shoppings era um desejo comum das sócias. Ao instalar a Bazaar no Batel, em um casarão de estilo colonial americano, com 900 m², a intenção era fazer os clientes se sentirem em casa. Entre os muitos mimos oferecidos, há uma equipe de costureiras à disposição para eventuais ajustes nos trajes, assim como um espaço, em que as clientes podem tomar uma taça de champagne e saborear um quiche no fim da tarde. Além disso, a Bazaar também entrega e vende peças em casa. E tudo isso sem custos adicionais.
Todo esse conforto é para que as clientes escolham looks com tranquilidade entre as mais de 40 marcas vendidas. Cerca de 90% delas são nacionais.
Mas além de criações de estilistas como Adriana Degreas, Patrícia Vieira, Patrícia Bonaldi, Cris Barros, Lita Mortari, Reinaldo Lourenço, Pedro Lourenço, GIG e Carina Duek, há marcas gringas como Just Cavalli, Paul & Joe e Vicomte A. Também existem opções para os homens, que encontram looks de Sérgio K e Daslu Homem, e opções de acessórios, como sapatos Zeferino e joias da Bergerson, Monalisa e Grifith.
Verão e futuro
Com o calor chegando, as coleções de verão movimentam a Bazaar. “Esse verão está supercolorido, alegre e feminino. As pessoas estão gostando bastante!”, diz Andréa. “A tendência é cor: como amarelo e azul, e em neon, com pink, verde-limão… Teremos muitas saias longas coloridas, usadas com regatinha, blusa básica ou tricô”, completa Márcia.
Sobre o futuro da Bazaar, as clientes podem esperar ainda mais opções de marcas e “um atendimento cada vez mais personalizado”, garante Solange. Abrir outras lojas ou ir para um shopping está fora de cogitação. “A Bazaar tem de ser única”, diz Márcia.
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