Existem profissões mais predispostas aos transtornos alimentares. Medicina, Nutrição e Psicologia são os cursos mais procurados. Atletas, bailarinas, atrizes e modelos completam o círculo. O psicólogo e psicoterapeuta Marco Tommaso desenvolve desde 1996 um trabalho com as agências de modelo Elite e L’Equipe. “Quando começamos, uma em cada quatro meninas tinha comportamento bulímico – tomava laxante, induzia o vômito, praticava exercícios compulsivamente.” Com a colaboração das agências e trabalho em grupo, individual e com os pais, o índice chegou praticamente ao normal. Tommaso fez um levantamento com 140 modelos de 18 anos em diante e todas se mostraram insatisfeitas com o corpo. “Supostamente elas teriam a chave da felicidade. A mulher escultural do comercial, desejada, invejada, sofre tão ou mais que as não modelos”, diz.
Colunistas
Agenda
Animal


