Sexo, drogas e rock-n’-roll foram, definitivamente, o lema de Elvis Presley. Porém, o segundo elemento da trinca foi o grande responsável por sua morte, em 16 de agosto de 1977. Mais de 30 quilos acima do peso, Elvis combinava o uso crônico de anfetaminas com uma dieta que alcançava 10 mil calorias diárias, além de controlar seu problema de insônia com tranqüilizantes. Na ocasião de sua morte, foram encontradas mais de dez tipos de narcóticos em seu organismo, entre eles, sedativos como Etinamato e Metaqualona, os analgésicos Demerol e morfina e o tranqüilizante Valium. A causa oficial de seu falecimento, no entanto, foi insuficiência cardíaca.
No dia 5 de agosto de 1962 o mundo perdeu seu maior símbolo sexual, graças a uma dose excessiva de barbitúricos – na época, as drogas mais utilizadas no tratamento da insônia, hoje substituídas pelos benzodiazepínicos. Deitada de bruços em sua cama, a diva Marilyn Monroe foi encontrada morta, aos 36 anos, em sua casa californiana. Ao lado, no criado-mudo, uma frasco vazio do sedativo Nembutal, prescrito pelo psiquiatra da atriz dias antes. A autópsia revelou ainda vestígios de hidrato de cloral, outro forte indutor do sono.
Na galeria mais atual de celebridades hollywoodianas que trouxeram a público seu vício em medicamentos prescritos, está o ator Matthew Perry, 35 anos, mais conhecido pelo personagem Chandler, do seriado Friends. Após lutar contra o alcoolismo, no final dos anos 90, Perry revelou manter um hábito descrito por ele mesmo como “montanha-russa farmacêutica”, que consistia no consumo do analgésico Vicodin, combinado ao opiáceo Metadona, mais anfetaminas e álcool. O ator já esteve internado em clínicas de reabilitação por diversas ocasiões e hoje afirma estar lutando para manter a sobriedade.
Nos anos 70, aos 23 anos, a atriz Melanie Griffith já era capa de veículos sensacionalistas, graças a um sério acidente de carro que sofreu em Hollywood, ao sair de um restaurante bêbada. Álcool e cocaína foram constantes na vida da atriz também durante a década de 1980 quando, após freqüentar uma clínica de reabilitação, conseguiu se livrar dos vícios. Porém, graças a fortes dores no pescoço, a esposa de Antonio Banderas acabou tornando-se viciada em fortes analgésicos como Percocet, o que a levou à reabilitação novamente em 2000.


