Nada de ostentação? Ops, não é bem assim. Diria que o momento é de panos, cores e poucos brilhos. Diria que o momento é azul. A cor que se propaga pelas ruas e nas festas é quase unanimidade. No último final de semana de abril, a atriz Salma Hayek renovou seus votos de casamento com o milionário francês François-Henri Pinault. Dois dias de festa em Veneza com lindas mulheres vestindo peças azuis, douradas ou violetas.
Agora, no baile de Nova Iorque, as cores se repetem. Nada é coincidência. Tudo é cadenciado. Os estilistas estão em harmonia. Deixaram o preto um pouco de lado. Preferiram a leveza do azul em diferentes nuances (desde o marinho até o quase verde) e resgataram o poder do dourado. As formas são variadas.
Rola o curto curtíssimo, com tecidos estruturados, ou ainda um à grega. Sobre a exposição, é o seguinte: ela faz um traçado das grandes modelos, musas de estilistas no período entre 1947 e 1997.
Tem desde Dovima até Kate Moss. História pura. Bom de entender o que mudou na estética feminina durante 50 anos. Até agosto para quem quiser conferir. Eu vou tentar, se a crise deixar (rima rapper).
Solta o som “A Wonderfull Life”, do Sparklehorse. Beijo.
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