Turismo

Como ficam as férias?

Marian Guimarães, editora.
30/11/2006 21:49
Durante anos o Brasil esteve estagnado no que diz respeito ao desenvolvimento do turismo, uma das mais promissoras indústrias do mundo. A falta de investimentos em marketing, capazes de construir uma boa imagem do Brasil no exterior, foi um dos fatores principais, aliado à ausência de infra-estrutura apropriada e de uma conscientização do poder público, do empresariado e da população sobre os benefícios desta atividade.
Hoje, poderíamos dizer que o país vive (ou vivia) um momento especial. Na última década, as coisas começaram a tomar novo ritmo. O turismo brasileiro acordou para a profissionalização. Governo e empresariado, ainda que timidamente, começaram a trabalhar unidos. Para a população, o turismo também passou a ser considerado um produto de consumo. A viagem de lazer entrou no orçamento tal qual um eletrodoméstico, que se compra a prestação. Os pacotes ficaram acessíveis, com pagamento a se perder de vista. O dólar também colaborou. Tudo estava correndo muito bem, até que um avião da Gol caiu com 154 passageiros. O acidente ainda não teve uma explicação plausível, mas vem afetando os vôos e pode complicar o período de férias que está se aproximando.
Quem viaja de avião sabe que atrasos podem ocorrer. Só que nos últimos dias esses atrasos não têm tido muita justificativa, mas têm prejudicado o turismo brasileiro.