Turismo

Uma viagem sem fronteiras

Por Arno Krug, de Curitiba
17/12/2009 02:02
Nossa primeira parada foi no bosque Sherwood (eternizado pela lenda do herói Robin Hood) e, ainda na Inglaterra, visitamos as cidades de York, Durham e Newcastle. Na Escócia, conhecemos Edimburgo, Perth, Pitlochry, Kinross, Inverness (famosa pelo lago Loch Ness e seu monstro), Fort William, Stirling, Glascow e Cotton Mill Village.
Depois de atravessar o Mar da Irlanda de ferry, chegamos em Larne, na Irlanda do Norte. Nesta etapa da viagem, um dos lugares mais interessantes que visitamos foi a Giants Causeway, uma formação rochosa constituída por 38 mil colunas de basaltos hexagonais de 60 milhões de anos. Também fizemos paradas em Londonderry, Coleraine, Ulster (onde um parque resgata a história da imigração para os USA), Omagh e Enniskillen. Na República da Irlanda, seguimos direto para a capital, Dublin, cheia de pubs e artesanato.
E, entre idas e vindas pela Irlanda e Irlanda do Norte, conhecemos ainda Cooktown, Beaghmore (onde estão as Stone Circles Druidas), Limerick, NewCastle, Killarney (com lindas paisagens, pubs e um povo simpático), Cork, Waterford (com suas fábricas de cristais) e Killkeny.
Começamos nosso retorno a Londres via Rosslare, ainda na Irlanda, de onde seguimos por ferry para Fischgard, no País de Gales. Cardiff, Bristol, Bath (que possui termas romanas muito bem conservadas), Salisbury, Stonehenge e Oxford foram outras paradas antes da devolução do carro em Nottingham.
Era hora de pegarmos um ônibus para a capital britânica, onde passamos mais três dias visitando bairros como Chinatown e Soho. Algum susto durante a viagem? Sim. O valor das travessias para o veículo e os preços das pensões não reservadas via internet.
Arno Krug, 65 anos, professor universitário aposentado