Faltam poucos dias para a maior festa popular brasileira e há dois tipos de expectativas: alguns estão ansiosos para vestir a fantasia e cair na folia; outros estão nervosos, pois, mesmo sendo feriado, gostariam que esses dias simplesmente desaparecessem do calendário.
O carnaval está longe de ser uma invenção brasileira. As primeiras manifestações vieram para o Brasil junto com os portugueses, na época da colonização. Mas nada mais brasileiro do que os espetáculos oferecidos pelo Galo da Madrugada e o frevo, em Recife, a consagração da alegria nas ladeiras de Olinda, a festa da música em Salvador, sem falar dos desfiles mundialmente conhecidos das escolas do grupo especial do Rio de Janeiro e São Paulo.
Os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas, para quem é católico, são os últimos antes do período de quaresma, nos quais se deixa de lado as satisfações, os pecados e prazeres do corpo para dar mais atenção para o espírito. O problema é que muitos aproveitam a pré-quaresma para cometer todos os “pecados” possíveis, ultrapassando limites. E aí a confusão, bebedeira, barulho e total falta de respeito mostram o outro lado da festa. Carnaval não tem meio termo e por isso listamos algumas razões para amá-lo ou odiá-lo.
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