Guardar sacolinhas de plástico em casa não é mais questão de ser prevenido. Hoje, pensar no futuro é estar preocupado com o meio ambiente. O plástico demora muito para biodecompor e é feito com materiais derivados de petróleo, agressivos à natureza. Procurar alternativas e dizer não às sacolinhas de supermercado é uma tendência mundial.
Na Alemanha e na Irlanda, por exemplo, é preciso pagar para usar as sacolas plásticas oferecidas pelos supermercados. Em abril deste ano, a cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, aprovou uma lei que proíbe que os grandes supermercados distribuam sacos plásticos.
Se o plástico está perdendo espaço, as velhas e boas sacolas de tecido – que já foram as únicas formas de se carregar uma compra – são uma saída para os consumidores preocupados com com o meio ambiente. Nos EUA, as sacolas de pano já viraram grife. Uma rede norte-americana de produtos orgânicos resolveu comercializar modelos com a inscrição “I’m not a plastic bag” (eu não sou uma sacola de plástico). O slogan virou sucesso e inspirou grifes famosas, que também passaram a investir nas bolsas funcionais e ecologicamente corretas.
Aqui no Brasil já tem gente aderindo à idéia. “Tecido é mais resistente que papel ou plástico. Dá para usar várias vezes. Se sujar, é só lavar que fica limpinha”, comenta a vendedora Maria Estela Ziemer. Ela ganhou uma sacola de uma panificadora no centro de Curitiba e desde então passou a usá-la diariamente. “Achei a iniciativa ótima”, comenta. O projeto é do Sindicato de Indústria de Panificação e Confeitaria do Paraná e incentiva as panificadoras do estado a distribuírem sacolas de algodão cru. Em Curitiba, pelo menos 25 estabelecimentos já aderiram ao projeto.
Antes de ganhar a sacola, Maria Estela nem havia pensado no assunto. “Eu achava que era uma coisa antiga, minha mãe usava sacolas de pano.” Agora, acostumada, ela diz que não pretende mais parar de usar. “Realmente é mais prático. Saio sempre com ela no ombro, uso na feira, na padaria, no supermercado. Carrego até exames médicos, como chapas de Raio-X”, complementa.
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A moda resolveu ajudar na defesa do planeta e apresenta produtos “verdes”, a começar pelas bolsas de tecido – substitutas charmosas e corretas das sacolas de plástico, que levam 100 anos para se decompor. Antes de ir às compras, escolha uma maxibolsa de pano
Estampa de bicho, Cabeça de Gato para Lamb. R$ 95.
De retalhos e acolchoada, da Fitas e Chitas. R$ 69.
Tipo carteiro, com texturas. Da Comb para Lamb. R$ 65.
Floral emborrachada. R$ 77. Da Fitas e Chitas.
Dupla-face Boo, com fechos para ajuste. Na Lamb, R$ 85.
A florida é também da Lunares Flamenco, R$ 69
Acolchoada, de bolas coloridas. Lunares Flamenco, R$ 69, a grande.
Dupla-face: básica preta e poás. Da Fitas e Chitas, R$ 74.
A fininha, de bolas, custa R$ 54. Da Lunares Flamenco.
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Serviço:
– Fitas e Chitas, Al. Princesa Izabel, 1.248, loja 2, fone (41) 3029-1902
– Lamb, Av. Vicente Machado, 674, fone (41) 3076-3814
– Lunares Flamenco, vendas pelo site www.lunaresflamenco.com.br e fone (41) 3779-3301
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