Comportamento

Zona de progressão – eles estão voltando com tudo

Larissa Jedyn
01/02/2009 02:06
Qual é a garota que, em plenos anos 80, não tinha um estojo de maquiagem “Made in Paraguai”, repleto de sombras coloridas e batons com duração 24 horas? Esses últimos sumiram mesmo, mas as sombras de tons vibrantes… Use, abuse, mas evite reproduzir nas suas pálpebras os arco-íris psicodélicos, muito próprios dos anos loucos. Prefira toques coloridos e esfumados.
Você gostou do visual da atriz Larissa Maciel na minissérie Maysa –Quando Fala o Coração? Pois fique sabendo que a maquiagem marcada nos olhos é tendência. Basta saber como e quando usar. Primeiro, porque a dupla cílios postiços e delineador precisa de ocasião especial e, depois, prática para serem aplicados. Vá treinando o olhar de gata para a próxima produção.
Tudo bem que ninguém vai ser louco de usar o bigode de Salvador Dalí aí em cima. Mas já aquele tipo fechadinho, mais ao estilo Freddie Mercury, é caso a ser pensado. Entre os fashionistas a onda pegou, nas ruas a expressão é mais tímida e há quem tenha preferido passar a fase do bigodinho e ir direto para o cavanhaque.
Elvis Presley disseminou o uso, nossas vovós e mamães recorreram à palha de aço para modelá-los, as meninas dos anos 80 preferiam gelatina à brilhantina e como será que levantaremos nossos topetes agora? Aquele escandaloso de Amy Winehouse é feito à base de muito cabelo desfiado e spray fixador. Há versões mais comportadas, que dão um up no cabelão escorrido, com cara de que você só puxou as madeixas para trás. Na imagem, a top Agyness Deyn.
Cabeça cheia de bobes pedia lenço. Dia de cabelo ruim também. Passeio em carro conversível, então, não é preciso nem comentar. Lenços nos cabelos foram moda lá pelos anos 60 e 70 e estão ensaiando um retorno. Basta ver a estilista e jornalista Adevania Silveira (foto), desfilando pelos corredores da São Paulo Fashion Week.
Ora, ora, elas voltaram. As pequenas almofadinhas aplicadas sobre os ombros estão aí para quem quiser usar. Elas ficaram na história da moda talvez como o signo oitentista mais determinante. Só que voltaram em módicas proporções: mais contidas, angulosas e capazes de reforçar – sem precisar reproduzir ao pé da letra – o caráter masculino nas roupas.