Segundo o estilista, a tecnologia precisa servir a quem veste. “Quando você cria um tecido, precisa focar no conforto e na praticidade de quem vai usar. Ou seja, tem de vestir bem e ser de fácil manutenção. A indústria têxtil está caminhado para isso”, diz. Como a moda é efêmera demais, a pesquisa e o desenvolvimento têxteis pesam no bolso e o processo todo leva bastante tempo, muita gente acaba desistindo dos novos materiais. Mas, para ele, o investimento vale à pena. Tanto que já tem ideia para mais outro: um tecido que provoque uma ilusão de ótica que deixe as mulheres mais magras. “Modificar o olhar é possível. Dá para fazer isso com a modelagem. Se já inventaram tecido que imita escamas de peixe e ajuda os nadadores a serem mais rápidos nas piscinas, por que não um tecido que alongue a silhueta?”
Colunistas
Agenda
Animal


