Produção: Isabel Cristina Nogueira, Wagner Garcia e Carlinhos Pereira.
A subcultura dos mods (abreviação de modernismo) surgiu entre os adolescentes londrinos na década de 60, e era a representação máxima da cultura capitalista na época. As scooters, os ternos justos, as gravatas largas e principalmente os cabelos de corte arrendondado eram as principais características dos jovens desta tribo. Assim como o black power e os dreadlocks, o mod voltou a fazer a cabeça dos homens do novo milênio. Aqui, apresentamos uma releitura do estilo para cabelos lisos e para enrolados. De acordo com a diretora artística do Salão Jacques Janine de Curitiba, Isabel Cristina Nogueira, o novo mod é desconexo, desfiado e com muito movimento.
Cabelo, cabelereira, cabeludos…
Os cabelos são mais do que uma cobertura natural da cabeça. Através das épocas representam a cultura e a história dos povos. Como o personagem bíblico Sansão, que tinha força sobre-humana devido aos seus longos cabelos.
Durante séculos, os nobres europeus utilizavam perucas para demonstrar luxo, ostentação e diferenciar-se dos “plebeus”. Como o rei português Dom João V.
Como não citar o topete do Elvis Presley, até hoje um clássico copiado pelos rockabillies.
Nos anos 60, os Beatles lançaram moda: corte com franjas, que cobria as têmporas. A imprensa britânica batizou o modelo de moptop. Todos os garotos deixaram imediatamente seus cabelos crescerem para copiar.
O black power representa o movimento negro da década de 60 nos Estados Unidos, que lutava contra a desigualdade racial e os direitos civis. Atualmente este penteado ainda faz a cabeça de celebridades como Lenny Kravits, que gostam de reafirmar o orgulho de ser negro.
Os cabelos moicanos eram utilizados pelos índios americanos Cauanes, como o penteado de guerra. Nos anos 70, o penteado foi resgatado pelo movimento punk como símbolo de rebeldia e insatisfação.
Os dreadlock usados pelo cantor de reggae Bob Marley são o símbolo do movimento rastafari, nome dado aos seguidores do imperador etíope Rastafari Makonnem ou Haile Selassi. Segundo os “rastas” os cabelos não devem ser cortados, pois possuem energia.
Serviço: Jacques Janine – Av.Bispo Dom José, 2.377, fone (41) 3243-5716, site www.jacquesjaninecuritiba.com.br.
Produção: Isabel Cristina Nogueira, Wagner Garcia e Carlinhos Pereira.
Produção: Isabel Cristina Nogueira, Wagner Garcia e Carlinhos Pereira.
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