Há milênios, a chamada Medicina Tradicional Chinesa se utiliza de cinco ferramentas para tratar as doenças: além das agulhas, moxa, ervas medicinais, tuiná (massagem) e ventosas. Para o acupunturista Leonardo Chen, a diferença primordial entre esta prática e a desenvolvida no Ocidente é que, por aqui, há um desenvolvimento técnico importante, principalmente no que diz respeito a diagnósticos e equipamentos. Já a Medicina Oriental é de natureza experimental. “O ideal é que as duas sejam aplicadas juntas. A acupuntura, por exemplo, é um tratamento barato e fácil, que pode ser aplicado em qualquer lugar e praticamente não há restrições médicas ou efeitos colaterais, servindo como aliado para outros tipos de tratamento”, diz. Fora isso, ele reforça que o próprio paciente pode intensificar os efeitos da prática, estimulando com os dedos os pontos trabalhados pela acupuntura. “Costumo dizer que a acupuntura resolve 50% do problema. Os outros 50% competem ao paciente.”
Segundo a acupunturista Thais Pamplona, antes de se iniciar um tratamento de acupuntura, é necessário avaliar a formação do profissional – que precisa ter especialização específica em acupuntura – e ter um respaldo médico, ou seja, um diagnóstico médico que indique o tratamento, de modo que a prática não mascare algum sintoma importante para a detecção e tratamento de alguma patologia.
Colunistas
Agenda
Animal


