Andriguetto conta que sempre gostou de cães. “Desde a minha infância, mais de dez cachorros passaram pela minha vida”, lembra. Mas foi em 2007, enquanto escalava na região de Dolomites, no Norte da Itália, que um amigo local o surpreendeu ao mostrar ao médico a habilidade do parson russell terrier para escalar montanhas. “Eu fiquei encantado com a raça e passei a procurar por criadores aqui no Brasil”, destaca.
Andriguetto conta que sempre gostou de cães. “Desde a minha infância, mais de dez cachorros passaram pela minha vida”, lembra. Mas foi em 2007, enquanto escalava na região de Dolomites, no Norte da Itália, que um amigo local o surpreendeu ao mostrar ao médico a habilidade do parson russell terrier para escalar montanhas. “Eu fiquei encantado com a raça e passei a procurar por criadores aqui no Brasil”, destaca.
E foi em Curitiba que Andriguetto encontrou a criadora Mônica Amaral, do canil Blendale, e começou sua história com Chiara. O médico conta que desde os primeiros meses de vida, a cachorrinha acompanha a esposa de Andriguetto todo o sábado em corridas de sete quilômetros preparatórias para maratona. Chiara também é a companhia do médico quando ele sai para andar de bicicleta, deixando-a em seus ombros. Mas é na academia Via Aventura que a cadelinha aventureira vira a sensação. “Eu treino de duas a três vezes por semana e o pessoal fica bravo quando eu não trago a Chiara”, diz Andriguetto.
A companheira de escalada já pratica o esporte. Sempre que pode, o médico leva a cachorrinha para escalar o Morro do Anhangava, no município de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba. “Nas partes menos verticais ela consegue subir pulando de pedra em pedra, mas chega um momento que tenho que colocá-la nos meus ombros para seguir a atividade”, explica.
Em casa, o dinamismo de Chiara exige cuidado da família. Segundo o dono, “ela não para um minuto e temos que ficar esperto porque quer roer e comer tudo o que encontra pela frente”. E foi justamente por comer de tudo, que ela teve que realizar uma cirurgia de aparelho digestivo há poucos meses. Após pronta recuperação, a aventureira voltou a ser a parceira que Andriguetto se acostumou a ter.
Preparo físico
As corridas de sábado e os passeios de bicicleta ou na academia não são suficientes para gastar todo a energia de Chiara. Todas as noites, ao chegar em casa, Andriguetto leva a cachorrinha para caminhar pelo bairro onde mora. “Toda a noite vamos passear, mas sempre que possível levo durante o dia também”, conta. Para o médico, a necessidade de gastar energia da raça tem relação com sua origem. Andriguetto destaca que, estudando sobre a raça, descobriu que os cães parson russell terrier foram criados pelo reverendo britânico John Russell para caçar raposas na Escócia, no século 19. “Este espírito de caçador faz da Chiara uma cadela muito ativa”, conclui.
Serviço:
Canil Blendale – Rua Delegado Trindade, 139 – Santa Quitéria, Curitiba. (41) 3228-2636.
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