Após a divulgação dos 30 finalistas, teve início uma grande corrida em busca do pódio, que mobilizou familiares, amigos e vizinhos dos concorrentes. “Nas noites anteriores ao término da votação, ficávamos das 19 às 23 horas nos revezando e votando sem parar. No último dia, eu cheguei a virar a noite na frente do computador”, lembra a estudante Fernanda Almeida Leite, dona do Nicolau.
Aniele Borba Miranda, proprietária de Nero, diz que os últimos dias foram desgastantes. “Perdemos a inscrição nos anos anteriores e, por isso, decidimos nos empenhar no concurso deste ano. Achei a vitória do Nícolas positiva pela divulgação, mas competir com uma ONG dificultou as nossas chances.”
Em alguns casos a estratégia foi dividir para multiplicar. “Na última semana fui para a casa da minha tia, onde há três computadores e eu, minha prima e minha avó votamos sem parar. No último dia, fiquei 23 horas seguidas no computador, só parava para comer”, diz Kauana Brotto Xisto, dona do Pubert.
Para quem prestigiou o concurso, o vencedor Nícolas e o evento de premiação, fica a mensagem sobre adoção e posse responsável. “Essa iniciativa da Gazeta do Povo é muito importante. O resultado fez com que as pessoas se informassem sobre adoção. Acabou sendo um serviço de utilidade pública, promovendo cada vez mais a conscientização”, avalia o advogado César Valeixo, proprietário de 14 cachorros.
Parabéns a todos! E ano que vem tem mais!
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