Pais Ocupados – Filhos Distantes
Gordon Neufeld e Gabor Maté
Melhoramentos
Os autores canadenses focam no que os pais devem ser para seus filhos e não o que devem fazer. Para eles, a criação das crianças nada mais é do que fomentar um bom relacionamento, mantendo uma conexão contínua para que as duas partes se sitam seguras. Com exemplos concretos para guiar filhos distantes e agressivos para o amadurecimento emocional saudável.
Treze Contos
Edson Gabriel Garcia
Ilustrações Michele Iacocca
Atual Editora
Leitura para os maiorzinhos. O autor reúne treze contos que relatam, de maneira leve e bem-humorada, acontecimentos do cotidiano das crianças. Em “O Caso do Revólver”, corre na escola o boato de que Jorge levou um revólver para acertar as contas com o professor de Matemática. Em outro, uma garota que é goleira do time de futebol do bairro e ainda o da menina que se recusa a falar com alguém até que lhe expliquem o significado da palavra greve.
Romeu e Julieta
William Sakespeare
Quando li Romeu e Julieta num exemplar novíssimo de capa dura do Círculo do Livro tinha apenas 15 anos e me vi absorvida por aquele romance jovem, trágico e absolutamente atemporal. Escrito em forma de peça teatral, a obra nos remete a uma cidade italiana medieval dividida na rivalidade de duas nobres famílias. E é do seio de cada uma delas que foram criados os personagens do título, que se conhecem e logo estão perdidamente apaixonados. Se na adolescência o que se sobressai dos relatos de Shakespeare é exatamente a capacidade de amor incondicional e desafiador de Romeu e Julieta, enfim, a fábula do amor impossível, no consciente de leitor fica a narrativa cheia de vieses do bardo inglês. Os erros que se sucedem em cadeia e que determinam o fim mais trágico de toda a literatura. O final feliz seria uma saída escapista, que não combinaria com o desenrolar sangrento de toda a história. Sem dúvida uma boa introdução à obra de Shakespeare.
Danielle Brito
“Quando conheci o Teodoro, ele fumava e eu achava muito emocionante. Tenho muita saudade de quando não existia essa amolação de cigarro dar câncer, nem de mulher ser magra. A gente tinha mais tempo para o que precisa, não é mesmo? Será que faz mal mesmo? Colesterol, depois de tanto barulho, estão falando que já tem do bom. Qualquer dia vou pedir ao Teodoro pra dar uma fumadinha, só pra fazer tipo.”
Adélia Prado, em Filandras.
“Gen – Pés Descalços é a história autobiográfica, em quadrinhos, do autor japonês Keiji Nakazawa, que tinha sete anos quando a bomba atômica atingiu sua cidade natal, Hiroshima. A história é triste e envolvente. Conseguimos até mesmo rir, mas, principalmente, refletir. O que mais me atraiu no livro é o fato de ser contado por alguém que viveu o drama, mas que não tenta descrevê-lo de forma sensacionalista, mas sim realista.”
George Stein, publicitário.


