Batizada Expedição Santa Catarina, a aventura pelo estado vizinho foi realizada por uma equipe ? formada pela repórter Luciane Horcel, o fotógrafo Antônio Costa e o motorista Marcelo Pimentel ?, que partiu de Curitiba, tendo como destino final o Farol de Santa Marta, no Sul catarinense. No trecho, olhos atentos a todo momento. Afinal, além de mostrar as praias e locais interessantes a serem visitados no verão que se aproxima, o grupo tinha como missão mostrar as condições das estradas, sinalização nas cidades, condições dos atrativos turísticos, funcionalidade dos postos de informações e muito mais.
A largada foi dada na BR-376 (que a partir da divisa PR-SC vira BR-101) e a primeira parada foi em São Francisco do Sul, a terceira cidade mais antiga do Brasil. Depois de dois pedágios, estrada boa e 185 km percorridos, o grupo chegou sem problemas ao destino histórico. De lá, depois de visitar o Museu do Mar, o centro histórico e de um rápido ?olá? a Enseada, era hora de seguir viagem para Barra Velha. Na pequena cidade, com grande atividade pesqueira, um tour ligeiro, que incluiu a ponte pênsil, o costão de pedras e a lagoa.
Parada seguinte: Balneário Camboriú, onde o trio passou dois dias vasculhando tudo que há de bom para se fazer na agitada cidade do litoral catarinense. Mais 35 km até Porto Belo e, um quilômetro a mais, a surpreendente Bombinhas, um verdadeiro paraíso para os apaixonados por mergulho.
Com um certo aperto no peito, o grupo deixou os belos cenários de Bombinhas e seguiu viagem. Mas bastou chegar a Governador Celso Ramos e dar de cara com as instalações mágicas do Ponta dos Ganchos Resort para se saber, realmente, quanto dói uma saudade, afinal a estada seria só de uma noite e a despedida da luxuosa suíte (de R$ 4.400 a diária), não tardou a chegar.
Logo era hora de voltar à estrada e rumar para a Ilha da Magia. Com a ponte Hercílio Luz dando as boas-vindas, a expedição visitou as principais atrações de Florianópolis e traçou um mapa do que visitar. No norte da ilha, a badalada Jurerê Internacional e a pitoresca vila de Santo Antônio de Lisboa. No sul, recantos escondidos, e ainda tranquilos, como a Ilha do Campeche e o vilarejo de Ribeirão da Ilha.
Já era fim de tarde do quarto dia quando a expedição desembarcou num dos destinos mais esperados do tour, a Praia do Rosa. Chegar lá, no entanto, não foi uma tarefa fácil. Estradas secundárias de terra e intermináveis lombadas fazem qualquer um pensar duas vezes se realmente vale a pena ir até o Rosa. Mas sim, vale! Os cenários do point dos surfistas realmente são realmente impressionantes e deram ao grupo novo fôlego para seguir viagem.
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