E quando uma eventual explosão acontecer, é preciso pedir desculpas e recomeçar. “É importante crescer sempre no autoconhecimento. Prestar atenção em como se é visto pelos outros e como você se vê. E, a partir disso, traçar pontos a desenvolver”, recomenda Ana Artigas Santos, gerente de atendimento da consultoria Caliper. “E, acima de tudo, nunca partir para a violência física ou psicológica. Levantar a voz, bater na mesa, são sinais de fraqueza.”
O temperamento não é dos melhores e, o dia em que ele acorda com o pé esquerdo, sobra para todo mundo no escritório. Quem tem ou teve um colega explosivo sabe bem o que é isso. Mas o complexo panorama do mundo corporativo hoje, da concorrência impiedosa e dos quadros cada vez mais enxutos, quase não dá mais espaço para arroubos de personalidade. “As habilidades técnicas podem garantir um determinado cargo, mas os aspectos comportamentais são decisivos para sua manutenção”, diz Simone Turra, da empresa de consultoria De Bernt Entschev.
Ou seja, não adianta ter prestígio profissional sem possuir hábitos elementares de boa convivência. Posturas básicas como saber ouvir uma opinião diferente da sua – sem explodir –, uma crítica sem levar para o lado pessoal, admitir um erro e defender um ponto de vista com bom humor são fundamentais.
“É preciso treinar, saber contar até 20. Não misturar os problemas pessoais com o trabalho e vice-versa. Esforçar-se por agradecer quando nos apontam um erro é um exercício necessário que fortalece a personalidade, até que se consiga o equilíbrio”, sugere Gino Oyamada, vice-presidente da Fesa Global Recruters.
E quando uma eventual explosão acontecer, é preciso pedir desculpas e recomeçar. “É importante crescer sempre no autoconhecimento. Prestar atenção em como se é visto pelos outros e como você se vê. E, a partir disso, traçar pontos a desenvolver”, recomenda Ana Artigas Santos, gerente de atendimento da consultoria Caliper. “E, acima de tudo, nunca partir para a violência física ou psicológica. Levantar a voz, bater na mesa, são sinais de fraqueza.”
E quando uma eventual explosão acontecer, é preciso pedir desculpas e recomeçar. “É importante crescer sempre no autoconhecimento. Prestar atenção em como se é visto pelos outros e como você se vê. E, a partir disso, traçar pontos a desenvolver”, recomenda Ana Artigas Santos, gerente de atendimento da consultoria Caliper. “E, acima de tudo, nunca partir para a violência física ou psicológica. Levantar a voz, bater na mesa, são sinais de fraqueza.”
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