Moda e beleza

“Não existe mais espaço para uma moda segregada”, diz Bruno Gagliasso

Redação
06/12/2017 11:03
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O ator comenta sobre sua relação muito próxima com a capital paranaense. Foto Kelly Knevels/divulgação | Kelly Knevels

Inauguração de lojas nem sempre são eventos atrativos, mas quando se tem um casal como Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank participando do evento é garantia de sucesso, filas, choro e celulares a postos. O casal do momento esteve em Curitiba para a repaginação da Colcci, no Shopping Mueller. Ambos dizem que a moda da marca catarinense, que existe desde a década de 1970, reflete o que eles pensam.
“Gosto da versatilidade da marca, tem roupas para todos os estilos possíveis. Fora que a marca está no mercado há anos, e ainda assim se renova a cada temporada”, diz Giovanna.
O casal vai protagonizar um reality no ano que vem, mostrando a construção de uma casa sustentável. Foto: Kelly Knevels/divulgação
O casal vai protagonizar um reality no ano que vem, mostrando a construção de uma casa sustentável. Foto: Kelly Knevels/divulgação
Ela escolheu para o marido uma camiseta de caveiras que é “a cara dele”.
Bruno diz que adora vir a Curitiba. A arquiteta dele, que projeto a pousada que ele construiu em Fernando de Noronha,  é da cidade e comemora o quanto sempre é bem recebido quando vem por aqui. Fala dos planos novos, que quer “viajar muito” nos próximos anos e evita polêmicas como a que envolve os ataques racistas à filha Titi. A assessoria do casal já tinha avisado para evitar perguntas que envolvessem a menina.
Longe dos holofotes por decisão deles, ela nem mesmo vai participar do reality show “A Casa dos Sonhos” que o casal participará em 2018, mostrando a construção da casa da família, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
Mas Bruno fala da importância da moda inclusiva, o que, de certa forma, tem muito a ver com a fase em que o casal vive. “Vivemos um momento social importantíssimo de inclusão, e eu luto por essa causa”, enfatiza.
E conclui: “As marcas estão começando a entender que não existe mais espaço para uma moda segregada, que só representa uma parte da população. Precisamos de mais modelos negras cruzando as passarelas e demais marcas oferendo tamanhos plus size nas araras, por exemplo. O legal da moda é ela ser democrática, e não pode ser chamada de democrática quando ela é claramente direcionada para um público específico e restrito”.
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