Moda e beleza

Modelos magras demais não serão mais aceitas nas passarelas

Redação
22/09/2017 13:34
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Os manequins 34 e 42 (para mulheres e homens, respectivamente) foram banidos das passarelas. Foto: Pixabay

Os grupos franceses LVMH e Kering, gigantes do mercado de luxo, criaram uma cartilha que muda algumas regras antes impostas no mundo da alta costura. A principal delas tem sido elogiada ao redor do mundo: a partir de agora, modelos magras demais não serão mais contratadas pelas grifes que respondem às multinacionais, como Dior, Givenchy e Louis Vuitton. O manequim 34 foi banido, ou seja, serão aceitas nas principais semanas de moda apenas garotas que vestem a partir de 36. Os homens deverão vestir a partir de 44 – o 42 foi banido das passarelas (seguindo a medida francesa).
A idade mínima de contratação também foi estipulada em 16 anos. Além disso, modelos entre 16 e 18 anos estão proibidas de trabalhar entre as 22h e 6h da manhã e devem ser acompanhadas de um representante maior de idade.
As medidas, criadas para melhorar a relação de trabalho entre modelos, agências e grifes e também evitar abusos, passarão a valer a partir da próxima Paris Fashion Week, que começa nesta segunda-feira (25).
“Estou comprometido a garantir que a relação de trabalho entre as marcas do grupo, as agências e as modelos vá além de apenas cumprir com os requerimentos legais. O bem-estar das modelos é muito importante para todos nós e, como líderes no setor de luxo, acreditamos que é nosso papel ter essa iniciativa. Temos a responsabilidade de criar novos padrões para a moda e esperamos ser seguidos por outros da área”, afirmou Antoine Arnault, filho do presidente e diretor do grupo LVMH, em comunicado oficial.
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