Saúde e Bem-Estar
Não somos imbatíveis. Se antes dos 40 anos a mortalidade masculina está ligada principalmente à violência, após essa idade é no coração e na próstata que residem as maiores vulnerabilidades dos homens. Porém, o obstáculo que parece intransponível está dentro da cabeça: por uma herança cultural eles vão menos ao médico, costumam não ser tão rigorosos em relação às doenças crônicas e cometem mais excessos. Chegam ao médico quando já estão com doenças em estágio avançado, difíceis de reverter ou após surgirem sequelas.
O sexo frágil ainda é o que recebe boa parte das atenções. As mulheres têm programas específicos destinados a preservá-las da violência e também sua saúde, principalmente em fase gestacional, enquanto a saúde do homem conta com poucas e tímidas políticas públicas.
Se mesmo a violência entre meninos parece ser “aceita” socialmente, o que faz com que certos comportamentos danosos persistam e resultem em comportamentos agressivos futuros, também a cultura da pouca prevenção masculina é enraizada socialmente.
Superprotetores de suas casas e de sua família, não existe motivo para deixarem de lado a própria saúde.
Prevenir-se não é perfumaria!
Boa leitura!
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