Saúde e Bem-Estar

Humanização em pauta

Adriano Justino
19/06/2014 03:28
A partir do dia 4 de agosto acontece o 5º Congresso de Humanização, promovido pela área de saúde do Grupo Marista, com o apoio da Fehospar. O objetivo do encontro é refletir sobre as realidades e possibilidades da assistência multiprofissional em saúde e a humanização hospitalar. Inscrições pelo congresso.humanizacao@pucpr.br até o dia 31 de junho. A abertura acontece às 19h30, com a palestra do professor doutor José Roberto Goldim (UFRGS).
Órgãos voadores
O número de órgãos, tecidos e equipes médicas transportados gratuitamente pelas companhias aéreas associadas da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) no primeiro trimestre passou de 1.106 para 1.980, 79% a mais em relação ao mesmo período de 2013. Foram 2.113 órgãos, tecidos e equipes transportados gratuitamente pelas Forças Aéreas, companhias e pelo modal rodoviário. “95% dos transportes de órgãos acontecem pela aviação comercial regular”, contabiliza Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.
Teste da linguinha
O Plenário do Senado aprovou em maio a proposta que obriga os hospitais e maternidades a fazerem exame em recém-nascidos para avaliar a anatomia da língua, o chamado teste da linguinha, que verifica a necessidade de cirurgia para corrigir irregularidades no frênulo lingual, que liga a parte inferior da língua à boca. Se não corrigida, a criança pode ter dificuldades na fala, sucção, deglutição e mastigação. O projeto segue para sanção presidencial.
Parto humanizado incentivado
O hospital que oferecer, no momento do parto, métodos para o alívio da dor que não sejam apenas medicamentos (massagens, banheira e bola de pilates) e evitar episiotomias (corte do períneo), a indução do parto e o parto cesariano, receberá um incentivo financeiro do Ministério da Saúde. Esses são alguns dos novos pré-requisitos para que um estabelecimento receba a classificação de Hospital Amigo da Criança, hoje feita a 321 instituições.
70% a 80% dos exames de vitamina D, realizados no Laboratório e Análises Clínicas (Lanac) entre os meses de abril e setembro, mostram carência da vitamina no organismo, segundo o bioquímico e responsável técnico do laboratório, Marcos Kozlowski. “Vivemos uma época de superproteção ao sol e a deficiência dessa vitamina está se tornando uma epidemia, que atinge um bilhão de pessoas no mundo todo. Alguns hábitos como dirigir sempre com os vidros fechados, evitar o sol ao máximo e passar protetor solar em excesso prejudicam a síntese da vitamina D”, diz.