Os suplementos alimentares de vitaminas e minerais são muito utilizados nos Estados Unidos – estima-se que quase metade da população faça uso principalmente de multivitamínicos (um gasto anual de quase US$ 12 bi) – no intuito de ter mais saúde e prevenir doenças crônicas. Porém, um estudo recente da Agency for Healthcare Research and Quality reavaliou pesquisas sobre esses suplementos e concluiu que não houve evidência de efeitos positivos deles na prevenção ao câncer, doenças cardiovasculares, e na mortalidade em indivíduos saudáveis.
“Não parece justo que, enquanto os pais tentam ensinar a seus filhos a comer de modo saudável, eles veem anúncios na escola dizendo-lhes que junk food é delicioso. Isso envia a mensagem errada aos nossos filhos, fato ainda mais grave por ser feito por uma fonte confiável de aprendizagem.”
Rachel Johnson, professora de nutrição na Universidade de Vermont.
Ação de proteína abre frente para tratamento da leucemia
Após três anos de pesquisa básica realizada no Hemocentro da Unicamp a partir de um novo gene descrito pelo grupo de pesquisa da médica hematologista Sara Saad, acaba de ser publicado, no Journal of Leukocyte Biology, o artigo de capa “FMNL1 promove a proliferação e migração de células leucêmicas”. O artigo foi escrito pela farmacêutica-bioquímica Patrícia Favaro e mostra a ação da proteína FMNL1 – mesmo nome do gene – na migração e proliferação das células leucêmicas, o que abre a possibilidade de usá-la como novo alvo terapêutico para o tratamento da leucemia.
Quiabo e diabete
A Sociedade Brasileira de Diabetes critica o uso de formas “alternativas” de tratamento do diabete sem qualquer base científica, pelo seu potencial de malefício, especialmente para as pessoas portadoras da doença em uso de insulina. O mais novo “remédio” divulgado aos quatro ventos recentemente tem sido a baba do quiabo que, segundo a sociedade, não possui qualquer evidência científica para tal uso.
“Muitas vezes os pais não percebem que o marketing nas escolas é uma estratégia deliberada. Eles [a indústria de alimentos] podem chegar a 100% dos alunos a cada dia. Seu objetivo é criar clientes para toda a vida. Então, quanto mais cedo chegarem a uma criança, é mais fácil torná-la um consumidor.”
Jennifer Harris, do Centro Rudd para Política Alimentar e Obesidade.
Fast food rompe os muros escolares
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