Os experts Avelino Zanetti Filho e Marcos Müller ensinam como degustar e armazenar um bom vinho
Aposta
Para o verão, a sugestão de Avelino Zanetti Filho são os espumantes brasileiros e proseccos italianos. Fora isso, ele aponta para os vinhos espanhóis e italianos, que estão ganhando mercado no Brasil com preços mais acessíveis e qualidade irretocável. Marcos Müeller, do Zea Maïs, indica toda linha da catarinense Villa Facione, como investimento certo.
Harmonização
As regras para combinar pratos e vinhos são várias e cheias de exceções. Sai a velha e clássica regra de que tintos só caem bem com carnes vermelhas e brancos com carnes brancas. A dica é harmonizar vinhos encorpados com comidas encorpadas e vinhos leves com comidas leves, para evitar que um se sobressaia ao outro.
Temperatura
As temperaturas mais baixas inibem a percepção dos aromas. Por isso, saiba o intervalo indicado para cada um dos tipos de vinhos
Espumantes – de 7 a 9°
Vinhos brancos – de 8 a 11°
Vinhos rosés – de 10 a 13°
Vinhos tintos – de 14 a 18°
Para guardar
Nem todo vinho fica bom com o passar do tempo. A maioria do que está no mercado é destinada a consumo rápido, ou seja, nada mais que quatro anos. Brancos, rosés e espumantes por no máximo quatro anos e tintos por seis anos.
Para que envelheçam bem, o enólogo Avelino Zanetti Filho indica que sejam acondicionados horizontalmente (para que o líquido fique em contato com a rolha) em um ambiente escuro e sem variações bruscas de temperatura.
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